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3 dicas para envolver o executivo em um exercício

Por Martin Haines, Gerente Comercial, United Kingdom
Witt O’Brien’s

Se você está lendo isso, ou você sente que não tem muito envolvimento, ou tem um envolvimento fantástico e se esforça para mante-lo aprimorado ao seu jeito. Você provavelmente acha que as 3 dicas a seguir não vão ser difícies de ler. Então, vamos lá!

Embora cada organização seja diferente, nós reunimos as 10 principais lições que aprendemos com os clientes no qual já trabalhamos há mais de 25 anos.

Dica 1: Pedir que o Executivo defina o que é “bom”

Durante um exercício, um executivo questionou: “eles realmente demoram todo esse tempo para concluir? O que estamos pagando para ser feito? Precisamos definir essa situação!”. Seja o cenário uma operação de limpeza de derramamento de óleo, uma falha de sistemas de TI as palavras usadas são provavelmente familiar.

Executivos são executivos por causa de sua capacidade de tomar decisões. Mas a realidade de tomar uma decisão acontece durante uma resposta à crise. É complicado “simular” tais decisões durante um exercício onde provavelmente só se tem membros da equipe de Executivos por algumas horas.

Uma reunião prévia antes de um exercício capacita os Executivos para responder a crise em questão. Os possibilita ter uma gama disponível de capacidades de resposta, buscando insights em metas adequadas para o exercício o que pode reduzir significativamente a probabilidade de apenas ajustar os comentários durante um exercício. Na verdade, estabelecer o que parece ser bom aos olhos de um executivo significa que são mais propensos a receber perguntas como "Você tem tudo que você precisa. O que mais eu posso fazer para você ter o que você precisa?" Parece bom, não é?

Dica 2: Pedir que os executivos “role-play”

Estabeleça que um Executivo implemente uma equipe de resposta durante um exercício, gerenciando-a de acodo com o roteiro sugerido e indicando os recursos desponíveis. Além disso, ele deve estar preparado para enfrentar ao exercício o mais próximo da realidade possível – essa pode ser a a melhor parte.

Uma palavra de cautela – sugere-se que os executivos não atuem durante as primeiras tentativas da equipe e tampouco durante treinamento para garantir a consistência.

Dica 3: Dê as suas atualizações iniciais e lance algo estratégico

Os executivos precisam de grandes desafios. Eles só se sentem prontos quando estão convencidos que tudo está sob controle. Portanto, quanto mais rápido puder tranquiliza-lo de que a organização está diante de uma resposta eficaz, mais rápido eles podem deixar as táticas de lado e passar a antecipar outras estratégias possíveis para antecipar e proteger a viabilidade a levantar o seu pensamento longe das táticas e até para a estratégia de antecipar e proteger a viabilidade e reputação da organização.

Durante um curso de treinamento em Cingapura, montamos duas equipes de crise com o mesmo cenário. A situação era uma complexa teia de dilemas com uma inundação severa impactando pessoas, infra-estrutura e operações, combinado com reivindicações de pagamentos impróprios e relações governamentais questionáveis. Após 30 minutos, os dois times tinham estabelecido grande conhecimento da situação e estavam prontos para implementar planos de ação. No entanto, os planos foram fortemente focados na emergência do dilúvio e nas questões de segurança e de vida. A equipe um foi determinda a aplicar o plano escolhido. Já a equipe dois foi solicitada que formasse uma força de trabalho pra focar exclusivamente nos pagamentos impróprios e nas relações com o governo, e informar sobre as opções estratégicas. Em 20 minutos, eles tinham uma solução e foram alimentando o plano de ação inicial, tirando a equipe um pouco da tática e focando mais na estratégia. A equipe um também apresentou uma estartégia viável, porém apenas após 90 minustois de One também veio com uma estratégia viável, mas somente após 90 minutos de malabarismos.

Em nossa experiência, as equipes de crise costumam resolver os problemas com que são apresentadas, mas se você também pode ativá-los com processos e ferramentas de qualidade, que os possibilitará estabelecer rapidamente o controle estratégico e influenciar o resultado.

Se você gostaria de saber mais sobre como Witt O'Brien pode ajudar sua organização, seja sob a forma de serviços de consultoria, auditoria, treinamento e exercício, entre em contato conosco.

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Martin Haines é um consultor de crise e continuidade com experiência no desenvolvimento de programas para executivos de aprendizagem liderança para organizações globais. Martin tem formação em gestão de desastres e mais de sete anos de experiência de consultoria através de uma variedade de setores, incluindo finanças, banco central, seguros, energia, lazer e varejo.

Witt O'Brien’s é um líder global em gestão de risco com a profunda experiência e capacidade de prestação de serviços através do ciclo de vida de desastres e crises. Witt O'Brien’s traz uma nova abordagem para a crise e indústria de desastres através da combinação de uma vasta experiência no mundo real com o planejamento inovador, treinamento, exercícios e soluções de software com foco em controlar o resultado.